terça-feira, 18 de outubro de 2011

Estado de espírito...



Ando claramente com cara de domingo à noite e segunda-feira há vários dias.... com tendência a continuar... grrrr!!! :\

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Follow Your Heart


"...E quando à tua frente se abrirem muitas estradas e não souberes a que hás-de escolher, não metas por uma ao acaso, senta-te e espera. Respira com a mesma profundidade confiante com que respiraste no dia em que vieste ao mundo, e sem deixares que te distraia, espera e volta a esperar. Fica quieta, em silêncio, e ouve o teu coração. Quando ele te falar, levanta-te, e vai para onde ele te levar.”

in Vai aonde te leva o coração, de

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Make Me Feel Better

Isto está qualquer coisa de muito bom!!!Novo saco da Natura, com um imagem deliciosa e um texto espectacular!!!
Para ver e ler... e pensar! :)


"O sabor dos teus beijos. Uma boa conversa. Fluir. Abandonar-me na minha galáxia paralela. Perder-me entre a multidão de uma grande cidade. Sentir o frio da montanha. Respirar fundo. A pureza da amizade verdadeira. Falhar, errar e saber corrigir. Tocar-te. Conseguir desfrutar o presente de forma prolongada. Saber perdoar. Um banho em alto mar. Sentir-me minúsculo na imensidão. Fazer-me gigante nas tuas carícias. Dormir no deserto. Contemplar a fogueira do teu corpo. Os sonhos silvestres. Canalizar o medo. Rir até chorar. A luz e a escuridão. Viajar sem ter dia DE REGRESSO [...]"

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Novos tempos

Nos últimos tempos tenho andado numa roda viva!!!
Novo local de trabalho, nova cidade, nova casa, novas colegas de casa... O andebol parece que vai ter mesmo de ficar de lado este ano... Os amigos vão continuar a sê-lo e continuarei a estar com eles nos fds...
Tanta coisa boa que estava a acontecer e, logo este ano, tive de mudar para tão longe... Mas resta-me o conforto (hoje em dia, um luxo!) de ter emprego na minha área, fazer o que gosto, e ser essa a razão da mudança... E como sempre acreditei e acredito, tudo o que é verdadeiramente importante, permanece mesmo com alguma distância e apenas com presença física nos fins de semana.

Nos próximos dias, quando tiver mais livre de trabalho/mudanças/ambientação, escrevo mais pormenorizadamente sobre o que tem acontecido nos últimos tempos.

Até lá, deixo-vos com um parágrafo que me mandou um amigo há já bastante tempo, umas frases que gosto de ler de vez em quando. Gosto do Woody Aleen, não só dos filmes, mas destas coisinhas que vai dizendo/escrevendo:

"Na minha próxima vida, quero viver de trás pra frente. Começar morto, para despachar logo o assunto. Depois, acordar num lar de idosos e ir-me sentindo melhor a cada dia que passa. Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a reforma e começar a trabalhar, recebendo logo um relógio de ouro no primeiro dia. Trabalhar 40 anos, cada vez mais desenvolto e saudável, até ser jovem o suficiente para entrar na faculdade, embebedar-me diariamente e ser bastante promíscuo. E depois, estar pronto para o ensino secundário e para a escola primária, antes de me tornar criança e só brincar, sem responsabilidades. Aí torno-me um bebé inocente até nascer. Por fim, passo nove meses a flutuar num "spa" de luxo, com aquecimento central, serviço de quarto à disposição e com um espaço adequado a cada dia que passa, e depois - "Voilà!" - desapareço num orgasmo."

Woody Allen

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Curiosa...

... a frase promocional de uma nova série (Whitney): "WOMEN ARE LIKE EMOTIONAL NINJAS. "i´m fine" means i´m going to stab you in the neck."

Genial. E bem verdadeira!! eheheh :D

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Quem é que nunca se sentiu assim?

Achei as imagens lindíssimas com uma mensagem forte, daí ter decidido colocar aqui.
Enjoy it!
(cliquem nas imagens, se não estiverem a conseguir ler, para ver melhor!)


E como dizia Antoine de Saint-Exupéry "Vive o hoje, pois o ontem já se foi
e o amanhã talvez não venha."

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Para reflectir...

Gosto de Antoine de Saint-Exupéry. Em quase todas as coisas que leio dele, encontro uma grande verdade. Aqui está mais uma, para pensar...

"Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui outra.
Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, mas não vai só nem nos deixa sós. Leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito, mas há os que não levam nada.
Essa é a maior responsabilidade de nossa vida, e a prova de que duas almas não se encontram ao acaso. "

Antoine de Saint-Exupéry

domingo, 14 de agosto de 2011

Vou até ali...


Férias, merecidas férias!!!

See youuu!!! :)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

"Arrumações"

Subitamente, vários pensamentos me vêm à cabeça...
Chegaram as férias de Verão e, com elas, a altura de encerrar mais um ano de trabalho, mas acima de tudo, é a altura em que se arrumam todas as "tralhas" acumuladas durante mais um ano passado fora de casa. E todos os anos fico com a sensação que a "tralha" cresce como os cogumelos e nunca sei bem como é que à partida tudo estava arrumado direitinho e quando regresso penso sempre que não vou conseguir arranjar sítio para colocar tudo de novo...
Sendo assim, decidi fazer uma daquelas mega limpezas em casa e doar tudo aquilo que já não uso a pessoas que realmente necessitam dessas coisas. Hoje foi um dia cansativo mas acabo com uma sensação de leveza, porque vou poder ajudar alguém com um simples gesto: arrumando a casa!


Mas esta é também uma altura em que me apercebo que cada vez mais vou fazendo "arrumações" cá dentro de mim. Apercebo-me cada vez mais que não podemos procurar acontecimentos porque a vida é o que acontece quando estamos a fazer outros planos. Acontece sempre de forma inesperada, fazendo com que cada dia seja um novo desafio.
O tempo vai passando e com todas as vivências que tenho, e todas as que ainda espero ter, consigo ver que nunca é tarde de mais para mudar de rumo. Nunca.
Apenas uma pessoa pode mudar a nossa vida: nós mesmos. Não devemos esperar por alguém que o faça por nós, seja ele príncipe encantado ou quem quer que seja. Devemos ser os nossos próprios "príncipes".
Continuo a acreditar que todas as coisas acontecem por uma razão. E por isso custa-me ver o sofrimento em pessoas de quem gosto muito, só porque não conseguem aceitar os obstáculos que a vida lhes coloca e sentem que tudo é o "fim do mundo" e uilizam a expressão "nunca mais...". Julgo que quando não conseguimos remediar uma coisa, temos de a aceitar e dar a volta por cima. (Esta é especialmente para ti amiga...).
Devemos viver para o agora. Nâo para o amanhã ou o ontem. Muito menos o ontem! Agora. Não sabemos o que acontecerá amanhã e o ontem já passou, por isso, tudo o que temos é este momento. Devemos disfrutar dele.

O engraçado é que toda a gente sabe a teoria das coisas... mas muito pouca gente passa à prática. E contra mim falo, em várias situações. Mas não adianta de nada tentarmos esconder-nos e fugirmos da vida, ela acaba por nos encontrar e, mais uma vez, o que tiver de ser, será.

Está quase a chegar mais um aniversário, e com os 27 à porta, cada vez mais me sinto com a capacidade de fazer mais, colocar a teoria na prática. O problema é que na maioria das vezes, a VIDA não depende só de nós...

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Errar Outra Vez

Decidi relembrar um texto que coloquei no ano passado!

Aqui vai:

«Conhecer alguém. Aprender alguém. Achar que se conhece – que se sabe dessa pessoa, quem é, o que pensa, o que sente e como, de que é e não é capaz.
Dizer: sei quem és. Pensar: sabes quem sou. Confio em ti. Confia em mim. Pôr a mão no fogo. Pôr tudo no fogo. E pensar, enquanto se põe: e se for um erro? Pôr tudo no fogo sabendo que é quase sempre um erro.
Esperar. Esperar que não seja como quase sempre, esperar que seja como quase sempre. Às vezes é difícil perceber o que se espera, aquilo em que se aposta. Talvez se aposte apenas, a partir de certa altura, em acertar. Quer dizer: em ter errado.
É mais seguro, esperar pela certidão do engano. Uma espécie paradoxal de seguro, o de antecipar o desastre – mas não é disso mesmo que vive o ramo? Sim, o mais certo é errar.
Erramos até sobre nós, como não sobre os outros? Imaginemos, porém, que conseguíamos mesmo saber o que os outros pensam. Ouvi-los como nos ouvimos a nós nos nossos solilóquios, o que acham mesmo disto e daquilo e deste e daquele, o que querem e o queriam mesmo dizer quando disseram outra coisa qualquer. Imaginemos que à primeira vista marcávamos os que nos iam iludir e desiludir (de uma forma ou de outra, todos, certo?) e adivinhávamos como. Não como fazemos agora, exercitando o cálculo de probabilidades e aguçando a intuição, mas com certeza e certificação. Como seria? Haveria lugares ermos suficientes para tantos misantropos?
O momento em que desistimos de nos enganar, o momento em que o medo vence a curiosidade e desistimos do enlevo, do doce, irrepetível entusiasmo de aprender — prender – cada alguém; o momento em que dizemos "não vale a pena", "é sempre o mesmo"; o momento em que decretamos o fim da aventura e nos seguramos ao seguro, ao silêncio; o momento em que nos ensimesmamos (que verbo este?!) e corremos todos os ferrolhos e ligamos o alarme – não vá alguém entrar, passar as barbacãs e os fossos, galgar a última muralha – nesse momento estamos mortos.
Não há outra forma de viver senão aceitando a norma que Philip Roth decreta em American Pastoral: "Erramos sobre as pessoas antes de as encontrarmos, enquanto antecipamos o encontro; erramos enquanto estamos com elas; e depois vamos para casa e contamos a alguém como foi o encontro e erramos de novo. Como o mesmo sucede com as outras pessoas em relação a nós, a coisa acaba por ser uma deslumbrante ilustração vazia de qualquer sentido, uma espantosa farsa de mal entendidos. E que havemos nós de fazer quanto a este terrivelmente significante assunto que são as outras pessoa, assim esvaziado do significado que achávamos que tinha e parecendo-nos antes caricato, tão completamente incapazes somos de penetrar os íntimos e desejos uns dos outros? Será que temos todos de desaparecer e trancar a porta e sentarmo-nos isolados como os escritores solitários, numa cela insonorizada, convocando pessoas através da escrita e fazendo de conta que essas pessoas feitas de palavras são mais reais que as pessoas verdadeiras que desfiguramos com a nossa ignorância todos os dias?
A verdade é que a vida não é acertar no que as pessoas são. Viver é errar sobre as pessoas, errar, errar, errar e depois, voltando a pensar cuidadosamente sobre o assunto, errar outra vez. É assim que sabemos que estamos vivos: erramos.Talvez o melhor fosse esquecer isto de acertar ou errar no que às pessoas diz respeito e limitarmo-nos a deixar-nos ir. Mas, claro, sortalhudo o que conseguir fazer isso."
A tradução é longa e improvisada (feita directamente do original, pelo que perdoem imprecisões e "frases esquisitas"), mas este excerto de Roth é bom de mais para não ser partilhado.
Errar, errar, errar, então. É o que temos, não há mais nada. Mas com paixão, nunca desistindo. Não porque um dia esperemos acertar, não. Mas porque nunca nos habituamos à ideia.»

Fernanda Câncio, in Notícias Magazine