Há momentos na vida em que chegamos a uma encruzilhada. Em que nos encontramos presos entre uma série de escolhas impossíveis. Devemos seguir em frente? Devemos voltar? Qual é o caminho correcto? E como vamos saber?
Quando há uma opção impossível de se fazer, quando temos de escolher um caminho, como sabemos? Como podemos ter a certeza que vamos fazer uma escolha de que não nos vamos arrepender?
O mapa para escolhermos o caminho correcto está dentro de nós e são os nossos sentimentos que nos guiam nas escolhas que fazemos, que nos dizem quando devemos ir para a esquerda ou para a direita. No entanto nós tendemos, frequentemente, para não ouvir o que os nossos sentimentos nos dizem porque é difícil, é assustador, e esquecemo-nos que não há outro caminho para a felicidade para além daquele que criamos para nós mesmos.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Vida
Dizem que a vida é uma sucessão de momentos, grandes e pequenos, felizes e tristes. São esses momentos que dão forma à nossa vida, e significados. Que nos fazem examinar o caminho que escolhemos e o que o futuro nos aguarda.
Uma vida em equilíbrio é a chave da felicidade. Julgo que mais cedo ou mais tarde a vida nos "encontra", querendo nós ou não que isso aconteça. Tudo o que tem de acontecer acontece. Acho que a isso poderemos chamar destino...
Uma vida em equilíbrio é a chave da felicidade. Julgo que mais cedo ou mais tarde a vida nos "encontra", querendo nós ou não que isso aconteça. Tudo o que tem de acontecer acontece. Acho que a isso poderemos chamar destino...
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Amizade
Há dias assim, aliás noites, em que não consigo adormecer e que penso (demasiado) em tudo e todos que me rodeiam.
De há uns tempos para cá (muito tempo mesmo) tenho pensado sobre... Amizade.
Duas pessoas escolhem-se por uma misteriosa mistura de química e circunstância. Aparentemente a razão para a nossa escolha parece óbvia: compartilhamos interesses, fazemos rir uma à outra... Mas além disso, não deve haver algo mais? Podemos parar para nos perguntarmos a nós próprios: Por quê esta pessoa e não outra?
A amizade começa quando duas pessoas se escolhem uma à outra. Mas o que acontece quando crescemos demais para essa escolha? Quando, pouco a pouco, os nossos caminhos divergem, as nossas necessidades mudam, e um dia acordamos e entendemos que precisamos de escolher algo diferente?
That´s just something that i´ve been thinking...
De há uns tempos para cá (muito tempo mesmo) tenho pensado sobre... Amizade.
Duas pessoas escolhem-se por uma misteriosa mistura de química e circunstância. Aparentemente a razão para a nossa escolha parece óbvia: compartilhamos interesses, fazemos rir uma à outra... Mas além disso, não deve haver algo mais? Podemos parar para nos perguntarmos a nós próprios: Por quê esta pessoa e não outra?
A amizade começa quando duas pessoas se escolhem uma à outra. Mas o que acontece quando crescemos demais para essa escolha? Quando, pouco a pouco, os nossos caminhos divergem, as nossas necessidades mudam, e um dia acordamos e entendemos que precisamos de escolher algo diferente?
That´s just something that i´ve been thinking...
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
"Let´s make better mistakes tomorrow!" :)
Desejo.
É poderoso, enlouquecedor e totalmente imprevisível.
Muitas vezes negamos o desejo que sentimos, esperando que isso o faça desaparecer. Juntamente com todas as pergunas chatas, desconfortáveis, que não queremos responder. E as verdades complicadas que preferimos não ver.
O que acontece quando o desejo nasce dentro de nós, inesperadamente?
Como ficamos contra ele?
E devemos ao menos tentar?
Passamos a maior parte da nossa vida a impedir-nos de fazermos o que realmente queremos fazer. Isso faz sentido, porque se toda a gente fizesse o que queria, o mundo seria um caos... No entanto, há alturas na vida, dias, em que deveriamos seguir os nossos impulsos, independentemente de estes nos fazerem sentir desconfortáveis. Viver, no verdadeiro sentido da palavra.
E muitas vezes isso vai-nos fazer dar com a cabeça na parede e pensar que cometemos erros... E só nos resta pensar "Let´s make better mistakes tomorrow!"!!! Por muitas vezes que se "bata com a cabeça na parede", por muitos erros que se possam cometer, temos sempre de continuar a VIVER!!!
Desejo. É a força mais poderosa na Terra. A semente a partir da qual tudo começa. Institui os melhores planos. Desafia quem achamos que somos, define o que pensamos que precisamos. O desejo é o combustível que nos conduz. Está no centro de quem somos, mas mesmo assim, desde cedo, ensinam-nos a controlá-lo. A suprimí-lo. Aliás, a extinguí-lo. Mas às vezes um pouco de inversão, pode ser bom. Faz-nos ser valentes, verdadeiros e não pensar duas vezes ou censurarmo-nos por fazermos algo que desejamos de verdade. Deixarmos as coisas acontecerem.
É poderoso, enlouquecedor e totalmente imprevisível.
Muitas vezes negamos o desejo que sentimos, esperando que isso o faça desaparecer. Juntamente com todas as pergunas chatas, desconfortáveis, que não queremos responder. E as verdades complicadas que preferimos não ver.
O que acontece quando o desejo nasce dentro de nós, inesperadamente?
Como ficamos contra ele?
E devemos ao menos tentar?
Passamos a maior parte da nossa vida a impedir-nos de fazermos o que realmente queremos fazer. Isso faz sentido, porque se toda a gente fizesse o que queria, o mundo seria um caos... No entanto, há alturas na vida, dias, em que deveriamos seguir os nossos impulsos, independentemente de estes nos fazerem sentir desconfortáveis. Viver, no verdadeiro sentido da palavra.
E muitas vezes isso vai-nos fazer dar com a cabeça na parede e pensar que cometemos erros... E só nos resta pensar "Let´s make better mistakes tomorrow!"!!! Por muitas vezes que se "bata com a cabeça na parede", por muitos erros que se possam cometer, temos sempre de continuar a VIVER!!!
Desejo. É a força mais poderosa na Terra. A semente a partir da qual tudo começa. Institui os melhores planos. Desafia quem achamos que somos, define o que pensamos que precisamos. O desejo é o combustível que nos conduz. Está no centro de quem somos, mas mesmo assim, desde cedo, ensinam-nos a controlá-lo. A suprimí-lo. Aliás, a extinguí-lo. Mas às vezes um pouco de inversão, pode ser bom. Faz-nos ser valentes, verdadeiros e não pensar duas vezes ou censurarmo-nos por fazermos algo que desejamos de verdade. Deixarmos as coisas acontecerem.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
"Errar outra vez"
Depois de uma longa conversa ontem, o meu amigo João decidiu enviar-me este texto com um verdadeiro resumo de toda a nossa conversa...
Obrigada João! ;)
«Conhecer alguém. Aprender alguém. Achar que se conhece – que se sabe dessa pessoa, quem é, o que pensa, o que sente e como, de que é e não é capaz.
Dizer: sei quem és. Pensar: sabes quem sou. Confio em ti. Confia em mim. Pôr a mão no fogo. Pôr tudo no fogo. E pensar, enquanto se põe: e se for um erro? Pôr tudo no fogo sabendo que é quase sempre um erro.
Esperar. Esperar que não seja como quase sempre, esperar que seja como quase sempre. Às vezes é difícil perceber o que se espera, aquilo em que se aposta. Talvez se aposte apenas, a partir de certa altura, em acertar. Quer dizer: em ter errado.
É mais seguro, esperar pela certidão do engano. Uma espécie paradoxal de seguro, o de antecipar o desastre – mas não é disso mesmo que vive o ramo? Sim, o mais certo é errar.
Erramos até sobre nós, como não sobre os outros? Imaginemos, porém, que conseguíamos mesmo saber o que os outros pensam. Ouvi-los como nos ouvimos a nós nos nossos solilóquios, o que acham mesmo disto e daquilo e deste e daquele, o que querem e o queriam mesmo dizer quando disseram outra coisa qualquer. Imaginemos que à primeira vista marcávamos os que nos iam iludir e desiludir (de uma forma ou de outra, todos, certo?) e adivinhávamos como. Não como fazemos agora, exercitando o cálculo de probabilidades e aguçando a intuição, mas com certeza e certificação. Como seria? Haveria lugares ermos suficientes para tantos misantropos?
O momento em que desistimos de nos enganar, o momento em que o medo vence a curiosidade e desistimos do enlevo, do doce, irrepetível entusiasmo de aprender — prender – cada alguém; o momento em que dizemos "não vale a pena", "é sempre o mesmo"; o momento em que decretamos o fim da aventura e nos seguramos ao seguro, ao silêncio; o momento em que nos ensimesmamos (que verbo este?!) e corremos todos os ferrolhos e ligamos o alarme – não vá alguém entrar, passar as barbacãs e os fossos, galgar a última muralha – nesse momento estamos mortos.
Não há outra forma de viver senão aceitando a norma que Philip Roth decreta em American Pastoral: "Erramos sobre as pessoas antes de as encontrarmos, enquanto antecipamos o encontro; erramos enquanto estamos com elas; e depois vamos para casa e contamos a alguém como foi o encontro e erramos de novo. Como o mesmo sucede com as outras pessoas em relação a nós, a coisa acaba por ser uma deslumbrante ilustração vazia de qualquer sentido, uma espantosa farsa de mal entendidos. E que havemos nós de fazer quanto a este terrivelmente significante assunto que são as outras pessoa, assim esvaziado do significado que achávamos que tinha e parecendo-nos antes caricato, tão completamente incapazes somos de penetrar os íntimos e desejos uns dos outros? Será que temos todos de desaparecer e trancar a porta e sentarmo-nos isolados como os escritores solitários, numa cela insonorizada, convocando pessoas através da escrita e fazendo de conta que essas pessoas feitas de palavras são mais reais que as pessoas verdadeiras que desfiguramos com a nossa ignorância todos os dias?
A verdade é que a vida não é acertar no que as pessoas são. Viver é errar sobre as pessoas, errar, errar, errar e depois, voltando a pensar cuidadosamente sobre o assunto, errar outra vez. É assim que sabemos que estamos vivos: erramos.Talvez o melhor fosse esquecer isto de acertar ou errar no que às pessoas diz respeito e limitarmo-nos a deixar-nos ir. Mas, claro, sortalhudo o que conseguir fazer isso."
A tradução é longa e improvisada (feita directamente do original, pelo que perdoem imprecisões e "frases esquisitas"), mas este excerto de Roth é bom de mais para não ser partilhado.
Errar, errar, errar, então. É o que temos, não há mais nada. Mas com paixão, nunca desistindo. Não porque um dia esperemos acertar, não. Mas porque nunca nos habituamos à ideia.»
Fernanda Câncio, in Notícias Magazine
Obrigada João! ;)
«Conhecer alguém. Aprender alguém. Achar que se conhece – que se sabe dessa pessoa, quem é, o que pensa, o que sente e como, de que é e não é capaz.
Dizer: sei quem és. Pensar: sabes quem sou. Confio em ti. Confia em mim. Pôr a mão no fogo. Pôr tudo no fogo. E pensar, enquanto se põe: e se for um erro? Pôr tudo no fogo sabendo que é quase sempre um erro.
Esperar. Esperar que não seja como quase sempre, esperar que seja como quase sempre. Às vezes é difícil perceber o que se espera, aquilo em que se aposta. Talvez se aposte apenas, a partir de certa altura, em acertar. Quer dizer: em ter errado.
É mais seguro, esperar pela certidão do engano. Uma espécie paradoxal de seguro, o de antecipar o desastre – mas não é disso mesmo que vive o ramo? Sim, o mais certo é errar.
Erramos até sobre nós, como não sobre os outros? Imaginemos, porém, que conseguíamos mesmo saber o que os outros pensam. Ouvi-los como nos ouvimos a nós nos nossos solilóquios, o que acham mesmo disto e daquilo e deste e daquele, o que querem e o queriam mesmo dizer quando disseram outra coisa qualquer. Imaginemos que à primeira vista marcávamos os que nos iam iludir e desiludir (de uma forma ou de outra, todos, certo?) e adivinhávamos como. Não como fazemos agora, exercitando o cálculo de probabilidades e aguçando a intuição, mas com certeza e certificação. Como seria? Haveria lugares ermos suficientes para tantos misantropos?
O momento em que desistimos de nos enganar, o momento em que o medo vence a curiosidade e desistimos do enlevo, do doce, irrepetível entusiasmo de aprender — prender – cada alguém; o momento em que dizemos "não vale a pena", "é sempre o mesmo"; o momento em que decretamos o fim da aventura e nos seguramos ao seguro, ao silêncio; o momento em que nos ensimesmamos (que verbo este?!) e corremos todos os ferrolhos e ligamos o alarme – não vá alguém entrar, passar as barbacãs e os fossos, galgar a última muralha – nesse momento estamos mortos.
Não há outra forma de viver senão aceitando a norma que Philip Roth decreta em American Pastoral: "Erramos sobre as pessoas antes de as encontrarmos, enquanto antecipamos o encontro; erramos enquanto estamos com elas; e depois vamos para casa e contamos a alguém como foi o encontro e erramos de novo. Como o mesmo sucede com as outras pessoas em relação a nós, a coisa acaba por ser uma deslumbrante ilustração vazia de qualquer sentido, uma espantosa farsa de mal entendidos. E que havemos nós de fazer quanto a este terrivelmente significante assunto que são as outras pessoa, assim esvaziado do significado que achávamos que tinha e parecendo-nos antes caricato, tão completamente incapazes somos de penetrar os íntimos e desejos uns dos outros? Será que temos todos de desaparecer e trancar a porta e sentarmo-nos isolados como os escritores solitários, numa cela insonorizada, convocando pessoas através da escrita e fazendo de conta que essas pessoas feitas de palavras são mais reais que as pessoas verdadeiras que desfiguramos com a nossa ignorância todos os dias?
A verdade é que a vida não é acertar no que as pessoas são. Viver é errar sobre as pessoas, errar, errar, errar e depois, voltando a pensar cuidadosamente sobre o assunto, errar outra vez. É assim que sabemos que estamos vivos: erramos.Talvez o melhor fosse esquecer isto de acertar ou errar no que às pessoas diz respeito e limitarmo-nos a deixar-nos ir. Mas, claro, sortalhudo o que conseguir fazer isso."
A tradução é longa e improvisada (feita directamente do original, pelo que perdoem imprecisões e "frases esquisitas"), mas este excerto de Roth é bom de mais para não ser partilhado.
Errar, errar, errar, então. É o que temos, não há mais nada. Mas com paixão, nunca desistindo. Não porque um dia esperemos acertar, não. Mas porque nunca nos habituamos à ideia.»
Fernanda Câncio, in Notícias Magazine
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Barrancos
Hoje escrevo com um misto de alegria e tristeza.
Estou finalmente de férias, preparo-me para amanhã ir para um destino fantástico, depois de um ano muito duro, sob vários aspectos.
Para além de ter sido muito trabalhoso, o facto de ter feito várias viagens de 1000km só para poder ir ao Porto, fez com que me sentisse realmente esgotada.
Mas não é sobre as férias que vou escrever... ainda não!! :)
Barrancos... essa terra que é realmente única.
Confesso que quando soube que iria trabalhar para Barrancos fiquei um pouco aborrecida por ter de fazer tantos km e porque sabia que isso iria ter uma série de implicações na minha vida.
Houve muitas coisas que perdi por ter vindo para cá, entre as quais, os "meus meninos", de quem tive realmente saudades de treinar, por muitas dores de cabeça que me dessem... :) E depois outras coisas... mas se essas coisas se perdem num primeiro grande obstáculo, é porque realmente não existiam. As amizades, os amores, não se perdem por causa da distância, quando ainda por cima eu ia ao Porto todas as semanas. Perdem-se porque há falta de vontade de trabalhar as relações interpessoais. É mais fácil ficar na "preguiça" e não fazer nada, pura e simplesmente esquecer que as coisas para funcionarem têm de ser trabalhadas e há que ter vontade de as querer manter. É assim que 500km fazem com que se percam bons, os melhores, teoricamente, amigos. E os amores.
Os amigos verdadeiros permanecem, e até se tornam as amizades mais fortes, com as saudades, e aproveitam-se todos os pequenos momentos que estamos juntos. Obrigada aos meus amigos!! :)
Mas Barrancos, foi para mim uma fantástica aventura. Nunca me arrependerei de ter ido para lá. Conheci lugares, pessoas fantásticas. É por isso que as despedidas custam tanto... É por isso que optamos por um simples "Boas férias" ou um "Até um dia!" porque custa imaginar que não sei quando voltarei a ver as pessoas fantásticas que conheci.
Deixo para trás um conjunto de vivências, viagens, aventuras, episódios, uns muito bons outros menos bons, mas tudo contribui para que cada um de nós cresça e fique com muitas saudades de tudo.
Ficam as saudades dos meus alunos, pestes de quem eu reclamava, mas que muitas alegrias também me trouxeram. A todos eles desejo as maiores felicidades, e espero ter contribuído para que eles se tornassem melhores pessoas, para os formar como cidadãos e pessoas. Um grande beijinho para todos e muitas felicidades!!!
Ao quarteto fantástico... Somos gente do norte/centro, havemos de nos reencontrar... vou ter saudades desde os amuos do Pedro, às loucuras do Nuno, passando pelas crises da Isabel... Obrigada por terem feito parte da minha vida e se tornarem verdadeiros AMIGOS! Hasta luego!! ;)
Ao Sr. Zé e à D. Fernanda o meu muito obrigada por TUDO. Por serem os nossos "pais adoptivos", pelo carinho, pelas brincadeiras, pelos passeios, pelos JANTARES!!! Muitas felicidades e tudo de bom!! Eu volto para os rever!! :)
Ao Ico e à Cláudia... muito obrigada aos "chefes" por se terem tornado os nossos AMIGOS da "terra"... Obrigada por tudo, por estarem sempre disponíveis para ajudar, pela amizade, pelos convívios, por TUDO!!! Um enorme beijo para vocês e para o Nuno, Carolina, e Afonso, Cristina, Mariana e Francisco. E Ico.. ainda me deves um jantar!!! I´ll be back!! ;)
Obrigada também à Odete, por nos resolver todos os problemas... e estar sempre disponível para ajudar!!! Fará sempre parte do nosso grupo!! :) E ao Pesquisa por estar sempre pronto para nos ajudar e estar sempre presente nos convívios!!!
E a todos os outros com quem sempre iamos estando, mais ou menos vezes, muito obrigada por me terem recebido tão bem e me terem feito sentir que estava em casa.
No próximo post, vou colocar algumas fotos para relembrar toda a gente.
OBRIGADA e façam-me o favor de serem FELIZES!!! Porque eu vou fazer por isso!! :))
Estou finalmente de férias, preparo-me para amanhã ir para um destino fantástico, depois de um ano muito duro, sob vários aspectos.
Para além de ter sido muito trabalhoso, o facto de ter feito várias viagens de 1000km só para poder ir ao Porto, fez com que me sentisse realmente esgotada.
Mas não é sobre as férias que vou escrever... ainda não!! :)
Barrancos... essa terra que é realmente única.
Confesso que quando soube que iria trabalhar para Barrancos fiquei um pouco aborrecida por ter de fazer tantos km e porque sabia que isso iria ter uma série de implicações na minha vida.
Houve muitas coisas que perdi por ter vindo para cá, entre as quais, os "meus meninos", de quem tive realmente saudades de treinar, por muitas dores de cabeça que me dessem... :) E depois outras coisas... mas se essas coisas se perdem num primeiro grande obstáculo, é porque realmente não existiam. As amizades, os amores, não se perdem por causa da distância, quando ainda por cima eu ia ao Porto todas as semanas. Perdem-se porque há falta de vontade de trabalhar as relações interpessoais. É mais fácil ficar na "preguiça" e não fazer nada, pura e simplesmente esquecer que as coisas para funcionarem têm de ser trabalhadas e há que ter vontade de as querer manter. É assim que 500km fazem com que se percam bons, os melhores, teoricamente, amigos. E os amores.
Os amigos verdadeiros permanecem, e até se tornam as amizades mais fortes, com as saudades, e aproveitam-se todos os pequenos momentos que estamos juntos. Obrigada aos meus amigos!! :)
Mas Barrancos, foi para mim uma fantástica aventura. Nunca me arrependerei de ter ido para lá. Conheci lugares, pessoas fantásticas. É por isso que as despedidas custam tanto... É por isso que optamos por um simples "Boas férias" ou um "Até um dia!" porque custa imaginar que não sei quando voltarei a ver as pessoas fantásticas que conheci.
Deixo para trás um conjunto de vivências, viagens, aventuras, episódios, uns muito bons outros menos bons, mas tudo contribui para que cada um de nós cresça e fique com muitas saudades de tudo.
Ficam as saudades dos meus alunos, pestes de quem eu reclamava, mas que muitas alegrias também me trouxeram. A todos eles desejo as maiores felicidades, e espero ter contribuído para que eles se tornassem melhores pessoas, para os formar como cidadãos e pessoas. Um grande beijinho para todos e muitas felicidades!!!
Ao quarteto fantástico... Somos gente do norte/centro, havemos de nos reencontrar... vou ter saudades desde os amuos do Pedro, às loucuras do Nuno, passando pelas crises da Isabel... Obrigada por terem feito parte da minha vida e se tornarem verdadeiros AMIGOS! Hasta luego!! ;)
Ao Sr. Zé e à D. Fernanda o meu muito obrigada por TUDO. Por serem os nossos "pais adoptivos", pelo carinho, pelas brincadeiras, pelos passeios, pelos JANTARES!!! Muitas felicidades e tudo de bom!! Eu volto para os rever!! :)
Ao Ico e à Cláudia... muito obrigada aos "chefes" por se terem tornado os nossos AMIGOS da "terra"... Obrigada por tudo, por estarem sempre disponíveis para ajudar, pela amizade, pelos convívios, por TUDO!!! Um enorme beijo para vocês e para o Nuno, Carolina, e Afonso, Cristina, Mariana e Francisco. E Ico.. ainda me deves um jantar!!! I´ll be back!! ;)
Obrigada também à Odete, por nos resolver todos os problemas... e estar sempre disponível para ajudar!!! Fará sempre parte do nosso grupo!! :) E ao Pesquisa por estar sempre pronto para nos ajudar e estar sempre presente nos convívios!!!
E a todos os outros com quem sempre iamos estando, mais ou menos vezes, muito obrigada por me terem recebido tão bem e me terem feito sentir que estava em casa.
No próximo post, vou colocar algumas fotos para relembrar toda a gente.
OBRIGADA e façam-me o favor de serem FELIZES!!! Porque eu vou fazer por isso!! :))
sábado, 10 de julho de 2010
Esta coisa de gostar de alguém... por FERNANDO ALVIM
Texto muito bom... tomei a liberdade de realçar alguns pontos!!!
Espero que gostem:
"Esta coisa de gostar de alguém...
Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Não é que não queiram – querem! – mas quando gostam – e podem gostar muito – há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras.. Ou porque sofremos de diabetes e não podemos abusar dos açucares. Ou porque sim e não falamos mais nisto.
E muitas das vezes, sabendo deste nosso problema, escolhemos para nós aquilo que sabemos que, invariavelmente, iríamos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que – aqui entre nós – é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice! Do mesmo modo que no final de não sei quanto tempo de relacionamento há o hábito generalizado de dizermos que aquela pessoa com quem nós estamos já não é a mesma, quando por mais que nos custe, é igualzinha. O que mudou foram as expectativas que nós criamos em relação a ela.
O que é díficil – dizem – é saber quando gostam de nós. Saber quando gostam de nós? Isso é o mais fácil porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem “ ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem “ ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem “ ai que não vi a tua chamada não atendida”. Quando se gosta de alguém – mas a sério – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo..
Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos hipotéticos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta... Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós."
Por : FERNANDO ALVIM
Espero que gostem:
"Esta coisa de gostar de alguém...
Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Não é que não queiram – querem! – mas quando gostam – e podem gostar muito – há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras.. Ou porque sofremos de diabetes e não podemos abusar dos açucares. Ou porque sim e não falamos mais nisto.
E muitas das vezes, sabendo deste nosso problema, escolhemos para nós aquilo que sabemos que, invariavelmente, iríamos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que – aqui entre nós – é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice! Do mesmo modo que no final de não sei quanto tempo de relacionamento há o hábito generalizado de dizermos que aquela pessoa com quem nós estamos já não é a mesma, quando por mais que nos custe, é igualzinha. O que mudou foram as expectativas que nós criamos em relação a ela.
O que é díficil – dizem – é saber quando gostam de nós. Saber quando gostam de nós? Isso é o mais fácil porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem “ ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem “ ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem “ ai que não vi a tua chamada não atendida”. Quando se gosta de alguém – mas a sério – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo..
Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos hipotéticos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta... Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós."
Por : FERNANDO ALVIM
sábado, 3 de julho de 2010
Thinking... and thinking...
How do you tell the good guys from the bad?
The truth from the lies?
The one from all others...
Would you know him when you meet him?
The truth from the lies?
The one from all others...
Would you know him when you meet him?
sábado, 12 de junho de 2010
Don´t stop believin´!
António Gedeão é o autor de uma das minhas frases favoritas, um dos meus lemas: "O sonho comanda a vida!".
Depois de dar uma vista de olhos pelo cantinho do Hugo, em que fala dos sonhos, deu-me também uma vontade de falar um pouquinho sobre isso. E outras coisitas mais... :)
Por muito que cada um de nós esteja metido no seu mundo, com todas as obrigações, deveres e direitos que isso acarreta, não há ninguém que não sonhe com algo melhor... Por muito que a nossa vida seja boa, gostamos e queremos sempre mais e melhor. É a essência do ser humano, esta procura da felicidade, da concretização dos objectivos... dos sonhos!!!
Eu também tenho os meus sonhos, como qualquer pessoa. Os sonhos a longo prazo, e os imediatos... Neste momento o que mais anseio é pelas férias... Sinto-me mesmo esgotada. Mas essas, sei que estão prestes a chegar!!! Mais um mês e meio e pronto!! :)
Depois existem aquelas grandes ambições que não gostamos de dizer em "voz alta" com "medo" que isso faça com que não aconteçam... Esses "sonhos" vou guardar só para mim... :) Apesar de os meus verdadeiros amigos, aqueles que me conhecem mesmo bem, sabem de, pelo menos, algumas dessas ambições / sonhos...
Mas como o sonho comanda a vida, só nos resta sonhar muito e com muita"força", sermos muito perseverantes e, acima de tudo, fazer com que esses sonhos se concretizem!
Daí o tema desde texto... Don´t stop believin´!!! ;) Porque se um dia deixarmos de acreditar que somos capazes de fazer alguma coisa, isso acaba por se tornar verdade. Então, toca a sonhar muito, e mais, cada vez mais... Para que um dia possamos olhar para trás e podermos dizer que conseguimos alcançar, pelo menos, alguns dos nossos sonhos (de preferência, TODOS!)!! :)
Depois de dar uma vista de olhos pelo cantinho do Hugo, em que fala dos sonhos, deu-me também uma vontade de falar um pouquinho sobre isso. E outras coisitas mais... :)
Por muito que cada um de nós esteja metido no seu mundo, com todas as obrigações, deveres e direitos que isso acarreta, não há ninguém que não sonhe com algo melhor... Por muito que a nossa vida seja boa, gostamos e queremos sempre mais e melhor. É a essência do ser humano, esta procura da felicidade, da concretização dos objectivos... dos sonhos!!!
Eu também tenho os meus sonhos, como qualquer pessoa. Os sonhos a longo prazo, e os imediatos... Neste momento o que mais anseio é pelas férias... Sinto-me mesmo esgotada. Mas essas, sei que estão prestes a chegar!!! Mais um mês e meio e pronto!! :)
Depois existem aquelas grandes ambições que não gostamos de dizer em "voz alta" com "medo" que isso faça com que não aconteçam... Esses "sonhos" vou guardar só para mim... :) Apesar de os meus verdadeiros amigos, aqueles que me conhecem mesmo bem, sabem de, pelo menos, algumas dessas ambições / sonhos...
Mas como o sonho comanda a vida, só nos resta sonhar muito e com muita"força", sermos muito perseverantes e, acima de tudo, fazer com que esses sonhos se concretizem!
Daí o tema desde texto... Don´t stop believin´!!! ;) Porque se um dia deixarmos de acreditar que somos capazes de fazer alguma coisa, isso acaba por se tornar verdade. Então, toca a sonhar muito, e mais, cada vez mais... Para que um dia possamos olhar para trás e podermos dizer que conseguimos alcançar, pelo menos, alguns dos nossos sonhos (de preferência, TODOS!)!! :)
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