quinta-feira, 11 de junho de 2009

Car Crash... :S



Chuva + óleo = ida aos rails... :S

Pouca sorte...

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Texto de Pedro Abrunhosa sobre os professores

(…)
A contínua hostilização aos professores feita por este, e outros governos, vai acabar por levar cada vez mais pais a recorrer ao privado, mais caro e nem sempre tão bem equipado, mas com uma estabilidade garantida ao nível da conflitualidade laboral.

O problema é que esta tendência neo-liberal escamoteada da privatização do bem público, leva a uma abdicação por parte do estado do seu papel moderador entre, precisamente, essa conflitualidade laboral latente, transversal à actividade humana, a desmotivação de uma classe fundamental na construção de princípios e valores, e a formação pura e dura, desafectada de interesses particulares, de gerações articuladas no equilíbrio entre o saber e o ter.

O trabalho dos professores, desde há muito, vem sendo desacreditado pelas sucessivas tutelas, numa incompreensível espiral de má gestão que levará um dia a que os docentes sejam apenas administradores de horários e reprodutores de programas impostos cegamente.

(…)

O que eu gostaria de dizer é que o meu avô, pai do meu pai, era um modesto, mas, segundo rezam as estórias que cruzam gerações, muito bom professor e, sobretudo, um ser humano dotado de rara paciência e bonomia. Leccionava na província, nos anos 30 e 40, tarefa que não deveria ser fácil à altura: Salazar nunca considerou a educação uma prioridade e, muito menos, uma mais-valia, fora dos eixo Estoril-Lisboa, pelo que, para pessoas como o meu avô, dar aulas deveria ser algo entre o místico e o militante.

Pois nessa altura, em que os poucos alunos caminhavam uma, duas horas, descalços, chovesse ou nevasse, para assistir às aulas na vila mais próxima, em que o material escolar era uma lousa e uma pedaço de giz eternamente gasto, o meu avô retirava-se com toda a turma para o monte onde, entre o tojo e rosmaninho, lhes ensinava a posição dos astros, o movimento da terra, a forma variada das folhas, flores e árvores, a sagacidade da raposa ou a rapidez do lagarto. Tudo isto entrecortado por Camões, Eça e Aquilino.

Hoje, chamaríamos a isto ‘aula de campo’. E se as houvesse ainda, não sei a que alínea na avaliação docente corresponderia esta inusitada actividade. O meu avô nunca foi avaliado como deveria. Senão deveria pertencer ao escalão 18 da função pública, o máximo, claro, como aquele senhor Armando Vara que se reformou da CGD e não consta que tivesse tido anos de ‘trabalho de campo’. E o problema é que esta falta de seriedade do estado-novo no reconhecimento daqueles que sustentaram Portugal, é uma história que se repete interminavelmente até que alguém ponha cobro nas urnas a tais abusos de autoridade.

Perante José Sócrates somos todos um número: as polícias as multas que passam, os magistrados os processos que aviam, os professores as notas que dão e os alunos que passam. Os critérios de qualidade foram ultrapassados pelas estatísticas que interessa exibir em missas onde o primeiro-ministro debita e o poviléu absorve.
(…)
Pedro Abrunhosa

domingo, 17 de maio de 2009

Gripe Suína

Os 3 porquinhos??? Estão safos!!!!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Geração Y

Esta é a geração Y....


quinta-feira, 16 de abril de 2009

Pensamentos

"As calorias são pequenos animais que moram nos roupeiros e que durante a noite apertam a roupa das pessoas."

Eu gostava de acreditar que sim... :DD

domingo, 22 de março de 2009




Nos próximo dias / semanas, esta vai ser uma tarefa muito frequente... :\\\

quinta-feira, 19 de março de 2009

Life



Não podemos evitar que as dificuldades nos batam à porta; mas não há necessidade de lhes oferecer uma cadeira!

quarta-feira, 11 de março de 2009

PARA QUE NINGUÉM SE ESQUEÇA DESTE QUARTETO QUANDO VOTAR!

Estou a publicar o e-mail que a Gabi me mandou, porque estou plenamente de acordo com ela!!!



Então aqui vai:

"Às vezes preferia viver na ingenuidade do que saber que os nossos "dirigentes" se referem assim a uma profissão e a um grupo que em tempos foi respeitado.



Talvez ainda seja a herança de Salazar, passámos de 8 a 80.



Gostava um dia que os meus alunos sentyissem a admiração pelo meu trablho como eu senti e sinto pelos meus PROFESSORES.



Gostava de pensar que estas declarações são pura invenção...mas será?



Não votar nestas pessoas. Não por estas declarações, mas porque estas pessoas estão a prejudicar a minha PROFISSÃO, a minha vida.



Cabe a cada um por a mão na consciência, e pensar no que será melhor, esquecendo ideologias politicas, partidarismos...



Vamos unir-nos de uma vez por todas, e acabar com este desrespeito...cenam vamux tdx excrvr axim daki a unx anux, e lá terão de fazer novo acordo ortográfico!



Gabriela Duarte"



Então aqui ficam as quatro "personagens" de que fala o título...






Se olhassem para o espelho e vissem as asneiras que andam a fazer/dizer, provavelmente fugiam e escondiam-se em vez de proferirem tais ridicularidades...

E assim vai Portugal...

sexta-feira, 6 de março de 2009

Maré de azar...

Porque é que há alturas na vida em que tudo que não devia acontecer nos acontece???

Bahh.... À espera de melhores dias e mais sorte...